A impossibilidade de cumprir a generalidade das obrigações vencidas e o seu significado no conjunto do passivo ou as circunstâncias em que ocorreu, evidenciam a situação de insolvência - Art. 1.º do CIRE.

Verificada a incapacidade generalizada de cumprimento das obrigações ou quando o passivo é superior ao activo, o devedor tem o dever legal de se apresentar à insolvência no prazo de 60 dias ou, caso seja pessoa singular e pretenda beneficiar de medidas de protecção ao consumidor, nos 6 meses seguintes à verificação da situação - Art. 3º e 238.º do CIRE.

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Introdução


Notícias

A actuação desta noite na capital portuguesa é a terceira data da fase europeia da The River Tour, a digressão que comemora os 35 anos de edição desse disco, o quinto do músico norte-americano.

O namoro de Bruce Springsteen com o Rock in Rio está para durar. Esta noite, actua na Bela Vista pela terceira vez nos últimos cinco anos. Depois de, em 2012, ter rebentado com a audiência com um longo e apoteótico concerto, em 2014 subiu ao palco para se juntar aos Rolling Stones numa versão do clássico "Tumbling Dice", de "Exile on Main Street", disco de 1972 dos britânicos.

 

E se, nesse espectáculo de 2012, os portugueses puderam viver uma verdadeira súmula de êxitos e temas de todas as fases da carreira de Springsteen, esta noite a coisa promete ser diferente. Esta é a terceira data da fase europeia da The River Tour, digressão que comemora os 35 anos de edição desse disco (de Outubro de 1980), o quinto do músico norte-americano.

 

Na génese desta digressão está "The Ties that Bind", o nome de um dos temas de "The River" e que serviu de mote à reedição, cheia de extras, desse disco.

 

"The River" foi, provavelmente, o disco do grande salto em frente para Springsteen. Fruto de várias maratonas de escrita, várias versões, vários conceitos, consumiu a paciência da sua E Street Band e da própria editora, que teve de esperar pelo disco que havia de suceder a "Darkness on the edge of town". A insatisfação do músico, o seu salto em frente, foi esse. Pegar no universo que já havia construído e expandi-lo.

 

À melancolia e dureza juntar a festa e a celebração do rock n’ rol. Foi também o momento em que Springsteen, adulto na idade e maduro na sua arte, quis explorar a fundo todos os temas que sempre o acompanharam, até hoje: as relações humanas, o que define um homem, o seu trabalho, a sua família, a sua comunidade.

 

O disco não é necessariamente um dos mais populares de Bruce Springsteen – as vendas colossais viriam alguns anos depois – mas é visto como um dos mais especiais e mais conseguidos. Daí que a digressão, sobretudo na sua anterior fase em solo americano, esteja assente no alinhamento de "The River", respeitando inclusivamente a ordem das músicas no disco.

 

No entanto, na Europa as coisas têm sido diferentes. A data no Rock in Rio Lisboa é apenas a terceira desta fase, depois de dois concertos em Espanha, que nos podem dar pistas sobre o que esperar da apresentação desta noite. Há muito "The River", mas há também outros êxitos e até algumas incertezas.

 

Em Barcelona a noite arrancou com "Badlands", em San Sebastian coube a honra a "Working on the Highway", de "Born in the USA". Em ambas as noites, o alinhamento de "The River" surge ao quarto tema, e compondo boa parte do corpo do espectáculo. Na Europa, o alinhamento não tem sido tão rígido nem respeitado necessariamente a ordem do disco.

 

Em noites feitas de mais de 30 músicas, tem havido espaço para clássicos como "Because the night", "Born to run" ou "Dancing in the dark".  Barcelona contou mesmo com uma homenagem a Prince, através de uma versão de "Purple Rain", com o concerto a terminar com "Twist and shout"; já no estádio Anoeta o final foi protagonizado por "This Hardland".

 

Com um gigantesco manancial de canções na sua guitarra, e em concertos a roçar as três horas, há sempre a possibilidade de surpreender no alinhamento, para além da esperada atenção que será dada a "The River". Uma coisa não será surpresa esta noite: casa cheia, uma banda galáctica e um homem de 66 anos que continua a rockar como sempre.

 

Fonte: Jornal de Negocios

A Monsanto confirmou esta quinta-feira que recebeu uma oferta não solicitada da Bayer. A maior produtora de sementes a nível mundial tem uma capitalização bolsista de 42 mil milhões de dólares.

A Bayer quer comprar a Monsanto. A empresa do sector agrícola confirmou esta quinta-feira que recebeu uma proposta não solicitada da farmacêutica dona da Aspirina, indica a Bloomberg. O negócio estava já a ser avançado por fontes não identificadas e surge numa altura em que a queda dos preços das matérias-primas agrícolas está a suscitar movimentos de consolidação no sector. As acções da Bayer estão a cair 6%.

 

A maior produtora de sementes a nível mundial não revelou os valores envolvidos na oferta. Actualmente avaliada em 42 mil milhões de dólares (37,2 mil milhões de euros), a oferta de um prémio pela Monsanto deverá elevar esta aquisição para a maior do sector este ano. A maior aquisição no sector agro-químico este ano é a oferta lançada pela ChemChina para comprar a Syngenta, por 43 milhões de dólares. A empresa suíça era o alvo de aquisição pela Monsanto, o ano passado, mas o negócio falhou.

No caso da Monsanto e da Bayer - bem como na aquisição da Syngenta pela ChemChina - os negócios suscitam questões junto dos reguladores, que podem travar o seu sucesso. A aquisição criaria a maior empresa do mundo no sector das sementes e dos químicos para a agricultura. O conselho de administração da Monsanto indicou estar a analisar a proposta, salientando que não é ainda definitiva.

 

"Apesar da consolidação que está a decorrer no mercado de agro-químicos, acreditamos que não há necessidade de a Bayer se apressar neste negócio com a Monsanto", comenta o Bankhaus Lampe, citado pela Bloombeg. "Vemos oportunidades suficientes a surgir nas transacções de fusões e aquisições pendentes na indústria para comprar activos a preços melhores e com perfis de risco mais favoráveis, comenta o banco numa nota para investidores.

 

As acções da Bayer estão a cair 6,24% para 90,22 euros. Já quebraram a fasquia dos 90 euros por acção durante a sessão ao perderem um máximo de 7,08% para 89,41 euros. As preocupações com a o financiamento necessário para a aquisição e o possível impacto no "rating" da empresa estão a pressionar as acções, em Frankfurt. Na bolsa de Nova Iorque, a Monsanto encerrou a última sessão a cair 0,6% para 97,13 dólares.

 

Fonte: Jornal de Negocios

As bolsas europeias estão a recuar esta quinta-feira após terem sido reveladas a minutas da Fed. O petróleo e o euro também estão com sinal negativo.

Os mercados em números

PSI-20 desce 0,65% para 4.822,18 pontos

Stoxx 600 recua 0,44% para 336,08 pontos

Nikkei subiu 0,01% para 16.646,66 pontos

"Yield" a 10 anos de Portugal sobe 2,5 pontos base para 3,116%

Euro desce 0,03% para 1,1213 dólares

Petróleo perde 1,82% para 48,04 dólares por barril, em Londres

Bolsas europeias no vermelho

As principais praças europeias estão a negociar em terreno negativo. Há dois temas a dominar a atenção dos investidores: o desaparecimento de um avião das linhas aéreas egípcias (as acções por exemplo da Airbus e da Air France estão a recuar) e as minutas da Reserva Federal dos EUA que indicam que os juros podem subir já no próximo mês de Junho. O principal índice holandês lidera as quedas no Velho Continente, ao descer 1,34%, seguido do germânico DAX, que recua 0,91%. O Stoxx 600, índice de referência, desce 0,44%. O PSI-20 perde 0,65%, com as acções da Galp Energia em destaque. Os títulos da empresa desvalorizam 1,79% para 11,78 euros.

 

Na Ásia, o dia foi também de perdas, com as acções a ser penalizadas pelas informações das minutas da última reunião da Reserva Federal dos Estados Unidos.

 

Juros sobem

Os juros da dívida pública portuguesa estão a subir no mercado secundário. As "yields" a dez anos somam 2,5 pontos base para 3,116%. Ontem Portugal foi ao mercado e voltou a colocar mais dívida do que o previsto. Num leilão de dívida de curto prazo, o IGCP vendeu um total de 1.830 milhões de euros, com os bilhetes do Tesouro (BT) a alcançarem uma taxa de 0,021%. Já o juro no prazo a 12 meses ficou nos 0,043%, sendo que a operação atraiu uma procura global de quase três mil milhões.

 

Os juros da dívida alemã a dez anos somam 1,4 pontos base para 0,182%. O prémio de risco da dívida nacional está nos 291,0 pontos.

 

Euro perde terreno

O euro está a perder terreno face à divisa norte-americana após ser conhecida a possibilidade de uma subida da taxa directora nos EUA em Junho. O euro desliza 0,03% para 1,1213 dólares.

 

Reservas pressionam petróleo

O petróleo está a recuar mais de 1% nos mercados internacionais, após o departamento de Energia dos EUA revelar um aumento inesperado das reservas da matéria-prima na semana passada. As reservas cresceram 1,3 milhões de barris, após terem recuado na semana anterior, indicou a Administração de Informação de Energia norte-americana. Com o aumento da oferta, os preços da matéria-prima voltam a negociar em queda, afastando-se da fasquia dos 50 dólares. O Brent, negociado em Londres, segue a desvalorizar 1,90% ara 48,00 dólares por barril. O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, cai 1,64% para 47,40 dólares.

 

Ouro próximos de minimos

O ouro negociou próximo de mínimos de três semanas esta quinta-feira devido aos receios dos investidores em relação a uma possível subida dos juros por parte da Fed. Por esta altura, o ouro desce 0,29% para 1.254,80 dólares por onça.

 

Destaques do dia

Bruxelas dá folga orçamental a Costa. Bruxelas adiou decisão sobre sanções a Portugal e relaxou metas orçamentais. No entanto, a Comissão considera que o Governo está ainda longe dos novos objectivos. Nova pressão em Julho.

 

Comissão Europeia: cão que ladra mas não morde? Não é a primeira vez que eleições num país travam decisões em Bruxelas, mas provavelmente esta foi a primeira vez em que tal foi assumido de viva voz. A credibilidade da Comissão, como guardiã das regras do euro, resistirá incólume?

 

Carlos Liberato Baptista: "Temos custos de saúde privada assustadores". A alteração da tabela da ADSE fez soar os alarmes entre sindicatos e prestadores privados. Os custos dos privados são especialmente altos em Portugal, defende o director-geral da ADSE, que os quer baixar.

 

Português a bordo do avião da Egyptair que desapareceu no Mediterrâneo. Haverá um português entre os 66 passageiros do voo MS804 da companhia aérea egípcia Egyptair que esta quinta-feira desapareceu dos radares no mar Mediterrâneo durante a viagem entre Paris e o Cairo.

 

CMVM só decide se há auditor na OPA ao BPI em Setembro. Isabel dos Santos pediu um auditor independente para fixar preço da OPA, mas por lei, CMVM só pode decidir quando avaliar registo da oferta. Prazos do CaixaBank empurram decisão do supervisor para o final do Verão. Catalães querem BPI cotado.

 

Maus créditos da casa podem dar sanções ao gestor de conta. Até ao próximo ano, entrarão em vigor novas regras relativas aos empréstimos à habitação. A venda dos créditos será alvo de maior escrutínio. Os gestores vão ter de estar registados.

 

Euribor negativa faz disparar dúvidas dos clientes. Os pedidos de esclarecimento solicitados ao Banco de Portugal sobre o indexante ao crédito à habitação em valores negativos mais do que triplicou, no ano passado.

 

 

O que vai acontecer hoje

 

Relatos do BCE. Um dia depois de terem sido publicadas as minutas relativas à última reunião de política monetária da Reserva Federal dos Estados Unidos, o BCE publica os relatos da última reunião, realizada a 21 de Abril.

 

Dados nos EUA. Do outro lado do Atlântico serão publicados indicadores económicos como os novos pedidos de subsídio de desemprego, na semana passada.

 

Fonte: Jornal de Negocios

Oito voos com partidas e chegadas a aeroportos portugueses com proveniência ou destino a França, onde decorre uma greve de controladores aéreos, estão hoje cancelados de acordo com o site online da ANA - Aeroportos de Portugal.

Os voos das 12:00 e das 19:30 com partida do aeroporto internacional de Lisboa e destino ao de Orly encontram-se cancelado, de acordo com a informação disponibilizada, pelas 07:45, na página online da ANA.

 

Também os voos com chegada prevista a Lisboa provenientes do aeroporto francês de Beauvais (12:10) e de Orly (12:20, 17:35 e 18:45) estão igualmente com a informação de cancelamento.

 

Em relação ao aeroporto Sá Carneiro, no Porto, apenas dois voos estão afectados, nomeadamente um que parte com destino a Lille, pelas 11:35, e um outro com proveniência de Tours, Val de Loire.

 

Na quarta-feira, a associação Airlines for Europe (A4E), que reúne várias companhias aéreas, pediu à União Europeia (UE) para que proteja os direitos dos passageiros, na véspera de uma nova greve dos controladores aéreos franceses.

 

Trata-se da quarta greve em menos de dois meses dos controladores aéreos franceses, que desde 2009 já convocaram 49 paralisações, segundo a A4E.

 

Em comunicado, o director-geral desta associação, Thomas Reynaert, pediu à Comissão Europeia e Estados-membros da UE para "actuarem e protegerem os direitos de milhões de passageiros europeus" afectados por greves "repetidas e desproporcionadas".

 

Segundo a agência Efe, a greve de hoje dos controladores aéreos em França, contra a reforma laboral, deverá provocar atrasos durante pelo menos 24 horas, cancelamentos e desvios.

 

A Lusa tentou contactar com a ANA, para apurar se estes cancelamentos estão directamente relacionados com a greve dos controladores aéreos franceses, mas sem sucesso.

 

Fonte: Jornal de Negocios

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