A impossibilidade de cumprir a generalidade das obrigações vencidas e o seu significado no conjunto do passivo ou as circunstâncias em que ocorreu, evidenciam a situação de insolvência - Art. 1.º do CIRE.

Verificada a incapacidade generalizada de cumprimento das obrigações ou quando o passivo é superior ao activo, o devedor tem o dever legal de se apresentar à insolvência no prazo de 60 dias ou, caso seja pessoa singular e pretenda beneficiar de medidas de protecção ao consumidor, nos 6 meses seguintes à verificação da situação - Art. 3º e 238.º do CIRE.

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Introdução


Notícias

O BBVA está reduzido a 12 balcões de banco de retalho em Portugal. Foi um corte de 85% em cinco anos. A reestruturação teve custos mas, mesmo assim, não impediu o resultado líquido positivo de 2,8 milhões em 2015.

O BBVA Portugal voltou aos lucros. Depois de prejuízos acumulados de quase 300 milhões de euros nos últimos anos, o resultado líquido apresentado pela instituição financeira no país foi de 2,8 milhões de euros. Um resultado tímido que, mesmo assim, já agrega os custos com a reestruturação devidos pelo processo de despedimento colectivo.

 

O resultado líquido do BBVA Portugal obtido em 2015 foi o primeiro em terreno positivo desde 2009. O lucro de 2,8 milhões compara com o prejuízo de 62 milhões obtido no ano anterior. O número foi transmitido aos jornalistas num encontro com o líder da operação portuguesa do banco espanhol, Luís Castro e Almeida, no cargo desde Junho de 2015.

 

O lucro inclui os custos de reestruturação, como o despedimento colectivo que ocorreu no ano passado, já sob a chefia de Castro e Almeida (o outro processo de despedimento tinha ocorrido quando Alberto Charro ainda era o presidente executivo, no final de 2014). Desde 2010, foram fechadas 85% das agências, devido ao foco na ligação online. Neste momento, há 12 balcões. Há cinco anos, superavam as 90 agências. Ficaram perto de 400 trabalhadores, metade do quadro registado em 2010.

 

"Não vamos fechar mais agências". Esta é a garantia de Luís Castro e Almeida. As outras infra-estruturas sob a insígnia espanhola pertencem a seis centros do serviço digital (o BBVA Consigo), dois centros para empresas e ainda dois de banca privada. Contudo, o gestor não descarta a possibilidade de vir a abrir novas destas unidades.

 

Mas não será uma compra em massa - há dois anos, aquando da reestruturação, a entidade quis deixar de ser universal. "Em 2014, chegámos à conclusão de que não era rentável [ser banco universal] para um banco com uma quota de mercado reduzida". O enfoque passou para os clientes "premium", de mais alto rendimento. "Decidimos ser um banco de nicho de mercado", refere. Foi nessa sequência que, por exemplo, o banco fechou a torneira dos créditos à habitação.

 

A necessidade de reinvenção da banca é defendida por Luís Castro e Almeida, que argumenta que o BBVA adiantou-se em Portugal com a redução da estrutura de custos. "Nem as agências nem as ATM são rentáveis", disse, adiantando que, do lado do produto bancário, além da margem estar comprimida (com menos crédito e com a necessidade de pagar por depósitos), as comissões são menores devido à maior regulação. E o problema que precisa ser discutido é como haverá capital para responder às novas exigências de solidez quando a conta de resultados continua magra.

 

Fonte: Jornal de Negocios

O ministro da Economia atribuiu a queda de 2% no primeiro trimestre ao "efeito muito forte" da queda dos mercados angolano e brasileiro. A correcção desta situação deverá permitir o crescimento de 4,9% previsto para o ano, confia Caldeira Cabral.

O ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, considerou esta terça-feira, 10 de Maio, que Portugal vai cumprir a meta de crescimento das exportações prevista para este ano e que a "desaceleração" verificada se deve, em grande parte, ao comportamento do mercado angolano.

 

"Os dados homólogos são ainda negativos e vemos o efeito muito forte que teve, não só o mercado angolano, mas também no Brasil, mas o bom crescimento para a União Europeia demonstra que não há um problema com o setor exportador nem com as empresas exportadoras, mas um problema de ajustamento a um mercado [Angola] que está com menor dinamismo e que assumiu uma importância grande para a economia nacional", afirmou Caldeira Cabral.

 

O ministro da Economia, que participou num almoço promovido pelo International Club of Portugal, em Lisboa, comentava os dados relativos ao comércio internacional de Portugal divulgados esta manhã pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), segundo os quais as exportações diminuíram 3,9% e as importações decresceram 0,8% em março deste ano, face ao mesmo mês de 2015, tendo o défice da balança comercial aumentado 133 milhões de euros.

 

Já no acumulado do primeiro trimestre de 2016, as exportações de bens diminuíram 2,0% e as importações cresceram 1%, em termos homólogos.

 

Apesar destes dados, Caldeira Cabral acredita que o mercado angolano vai recuperar e que as empresas portuguesas também se estão a ajustar a novos mercados.

 

Embora reconheça tratar-se de "um processo que terá alguns meses de ajustamento" que não deverá verificar-se ainda no segundo trimestre deste ano, o ministro da Economia acredita que a meta de crescimento das exportações estabelecida para 2016, de 4,9%, será alcançada.

 

"É possível e vai haver uma recuperação ao longo do ano, mas o efeito negativo que têm a evolução destes mercados já se estava a verificar no final do ano passado e vai ser corrigido ao longo do ano ", sustentou Caldeira Cabral.

 

Fonte: Jornal de Negocios

A bolsa nacional completou a terceira sessão consecutiva de perdas, num dia que foi de subidas para as principais congéneres europeias. O deslize superior a 2% do BCP ditou o sinal vermelho em Lisboa.

A bolsa de Lisboa encerrou em queda esta terça-feira, 10 de Maio, pela terceira sessão consecutiva, com o PSI-20 a registar uma descida ligeira de 0,15% para 4.935,03 pontos.

 

Das 18 empresas que formam o principal índice nacional, oito encerraram em queda e dez em alta.

 

Lisboa contrariou, desta forma, a tendência das congéneres europeias, que seguem com sinal verde, animadas pelas cotadas do sector automóvel e da banca.  Aqui, os ganhos foram liderados pelo Crédit Suisse, que avançou 5,14% depois de ter apresentado prejuízos inferiores ao esperado e comunicado a sua estratégia de continuação de redução de custos.

 

Na Europa, destacou-se a bolsa de Atenas, que escalou 3,94% depois dos progressos realizados no Eurogrupo extraordinário de segunda-feira. O encontro terminou sem acordo, mas a expectativa é que haja um entendimento até ao dia 24 de Maio. Por outro lado, foi deixada a garantia de que serão aprofundadas as discussões sobre o alívio da dívida grega, através de períodos mais longos de carência e para o reembolso dos empréstimos, que deverão entrar em vigor no fim do programa, ou seja, em 2018.

 

Por cá, o BCP e a EDP Renováveis foram as empresas que mais penalizaram o PSI-20. O banco liderado por Nuno Amado caiu 2,66% para 3,29 cêntimos, contrariando a tendência positiva do sector. O BPI ganhou 0,18% para 1,113 euros e o fundo do Montepio valorizou 0,17% para 57,7 cêntimos.

 

O mesmo aconteceu com a EDP Renováveis que, com uma desvalorização de 0,63% para 6,775 euros, contrariou os ganhos da energia. A EDP somou 0,22% para 3,175 euros e a Galp Energia apreciou 0,86% para 11,75 euros.

 

A contribuir para a queda do PSI-20 estiveram também os títulos da Navigator, com um deslize de 0,79% para 2,893 euros.

 

No retalho, a Sonae caiu 0,11% para 93,6 cêntimos, enquanto a Jerónimo Martins ganhou 0,25% para 13,965 euros no dia em que os títulos da retalhista passaram a negociar sem direito ao dividendo.

 

Nas subidas destacaram-se as acções da Corticeira Amorim, com um avanço de 0,95% para 6,35 euros, depois de a empresa ter anunciado, esta manhã, que os seus lucros cresceram 64,7% para 13,913 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano. O valor superou as estimativas dos analistas do CaixaBI que antecipavam lucros de 10,4 milhões de euros.

 

Fonte: Jornal de Negocios

O vencedor da Liga portuguesa de futebol será de Lisboa. E a câmara garante que as comemorações estão a ser acauteladas. Na época transacta, houve confrontos na praça Marquês de Pombal, na celebração do bicampeonato do Benfica.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, assumiu esta terça-feira, 10 de Maio, que "estão a decorrer os contactos normais" para garantir a segurança nos festejos do título de campeão de futebol, independentemente do clube vencedor.

 

"Está a ocorrer diálogo com a Polícia de Segurança Pública (PSP), também com ambos os clubes. A felicidade do presidente da Câmara de Lisboa é uma, é que sabemos que os festejos do título serão em Lisboa neste fim-de-semana. Estão a decorrer os contactos normais para afinar o dispositivo e a forma como os festejos vão decorrer", afirmou o autarca, à margem da apresentação da regata da Volvo Ocean Race.

 

No domingo, Benfica e Sporting podem sagrar-se campeões da edição 2015/16 da I Liga, bastando aos encarnados vencer na recepção ao Nacional, enquanto os verdes e brancos necessitam de ganhar no terreno do Sporting de Braga e esperar que os bicampeões percam pontos.

 

Fernando Medina, que confirmou a intenção de voltar a receber o campeão nos Paços do Concelho, considerou o próximo fim-de-semana "um momento importante na vida da cidade".

 

"Este é um momento importante na vida da cidade, temos de assegurar questões de segurança e conforto para todos os que querem festejar a vitória do seu clube, nas melhores condições", vincou.

 

Na temporada 2014/2015 os festejos dos adeptos do Benfica na Praça do Marquês de Pombal, após a conquista do bicampeonato, ficaram marcados por vários desacatos e confrontos entre adeptos e a polícia.

 

Fonte: Jornal de Negocios

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